Como a água do mar

Quem dera saber que minhas abelhas colhem o néctar de tuas flores, assim eu saberia o valor real desse mel. Quem sabe nesses caminhos de ida e vinda que a terra dá, eu consiga te encontrar em uma estrada pelo o caminho.

Nos versos que fiz para ti, te deixei imortal. Não para que vivas eternamente como a flor mais bela do campo, mas para que vivas perpetuamente como a beleza de toda a arte.

Por entre as flores que nasce no asfalto, eu vou tecendo o meu caminho, eu vou cortando o vento com uma motocicleta veloz e pesada, e que ninguém nesse mundo consiga apagar esse teu sorriso, profundo e suave como a água do mar.

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