A monção indiana

O tempo passou sobre nós destruindo tudo que nos prendia ao passado. Dos amores que eu tive você foi a única, da solidão que eu tive você a dissipou quando direcionou para mim seus olhos castanhos, os olhos castanhos que não me canso de admirar.

Lá fora parece que chove, a chuva quando cai, vai levando para a terra tudo que ela encontra pelo o caminho, tudo o que ela puder levar. Quando ela me notou, achou talvez que eu fosse de outra galáxia, quando a notei, tive medo de não saber mais amar.

Meu coração estava maltratado pelas inúmeras vezes que eu o deixei seguir sozinho, o dela estava sem esperança por não acreditar mais que existia amor, e de repente o seu coração me adotou, vi que as flores do campo começaram a brotar.

O tempo parece mudar, mas as chuvas continuam a cair lá fora como uma monção indiana, há dias que eu gosto de chuva, tem dias que gosto mais de sol, e me pergunto o que ela está fazendo a essa hora? Paro! e volto ao trabalho porque eu sei que o nosso amor ainda vai continuar.

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