Dos espíritos selvagens

Dos espíritos selvagens e ferozes, que já andaram por essas terras, talvez o teu sorriso, embebido a óleo e suor, foi o que te deu energia para continuar. Nessas terras de Vidal de Negreiros, onde o que importa não é o que somos, e sim o dinheiro que continua a comprar vidas e a desperdiçar famílias por todos os hectares.

Fomos criados para sermos mansos, e para respeitarmos todas as autoridades, pois isso é um conselho divino, e assim o homem continua a escravizar o outro homem, pois da ignorância humana parte o subterfúgio da escravidão eterna.

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