O Solitário das Acácias

O dia vai embora, expulso pela noite e suas magnificas galáxias, que cintilam por algumas horas na escuridão do céu. O vento dissipa as últimas lembranças depositadas no orvalho.

E quem já viveu e não respira mais, ainda sobrevive na dolorosa lembrança de quem está vivo, lutando para não ser esquecido por quem está ao seu lado.

E nas magnificas acácias que ornamenta a cidade, pode se sentir um pouco da tranquilidade, quando nos colocamos a pensar sobre o verdadeiro sentido da vida.

Se é viver, morrer ou parar de lutar, então paramos e deixaremos a correnteza do rio nos levar, pois a única razão de se está vivo é nunca desistir da vida e nunca parar de sonhar.

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