Blenda

Quando Blenda resolveu partir de casa, seus pais e o marido não podiam mais segurá-la. Queria sair pelo mundo, talvez ir para a Escócia, Holanda ou Dinamarca, queria sair de casa e fugir da solidão que vivia. Blenda conheceu o marido aos dezesseis anos de idade, no começo de tudo, ele era o mundo para ela, e ela também o mundo para ele. Mas no passar dos anos e afetados pela monotonia, a melancolia dessa vez resolveu pousar no coração de Blenda, até passados poucos anos andavam juntos pelas ruas e pelos bairros um agarrado ao outro, mas o tempo, esse cruel e monstro sagrado que a tudo transforma trouxe ao coração de Blenda a triste e cruel solidão, Blenda sempre esteve acompanhada mas de uns anos para cá alegava está sempre sozinha, cansada da monotonia e da solidão, Blenda jogou tudo para o espaço e deixou para traz Miguel e o seu pequenino coração, saiu para conhecer o mundo, onde o limite era sua vista junto a linha do horizonte, e o passaporte a vontade que ela tinha de se auto encontrar e também de escrever seu nome.

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