A rotina mata o amor? Sim, a rotina e o comodismo sempre mataram o amor, pois o amor é algo que surge quando menos esperamos e nos envolve completamente sem nos deixar brechas.

O amor não surge de presentes caros, de biotipos desejados de uma descendência genética ou modulados em academias de estética, o amor surge em pequenos gestos, daqueles onde menos esperamos.

Mas o amor não é um mar de felicidade, o amor às vezes arde onde expõe uma ferida aberta, e o que se fazer para se perpetuar o amor? Até hoje ninguém descobriu a formula dessa pergunta.

Talvez, o amor nos capture no vento, o amor exige loucuras, o amor não é esse eterno romance ideilizado nos filmes de Hollywood, o amor é romper as barreiras da realidade, e se entregar sem medo, sem conservadorismo e apto na consciência para que se um dia o amor acabe sempre haverá outros dias para o amor continuar.

E assim talvez seja o amor, esse amor de Eros demonstrado por outro ser humano, do amor eu não espero nada, só quero que ele me pegue e me leve por lugares onde nunca andei, e se um dia o amor inventar de acabar, eu mudo a rota de minha vida, onde sempre ia para o Norte, agora vou para o sul.

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