Ao ver o mar quase me afoguei nas lembranças de tua imagem, sei lá, quase bebi da água salgada para afogar a saudade que apertava o meu peito.

Teu nome escrevi na areia, veio o mar seguidas vezes e apagou, as ondas do mar segue o ritmo da natureza, e nós seguimos um ritmo que não sabemos como começou. 

Você procura respostas no destino de tudo isso, por não saber como aconteceu, não há fórmulas matemáticas para decifrar isto, isso é da existência da espécie humana. 

E agora todas as noites eu sonho com teus beijos, e não sei quando estarás aqui novamente, e não sabemos quando um verá o outro, mas alimentamos esse desejo no silêncio de nossos quartos. 

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