O mar bate no rochedo, não querendo o derrubar. E o rochedo está lá não para imperidir a expansão do mar. Ambos coexistem tentando ocupar o espaço do outro.

Da natureza podemos retirar lições de Vida, até mesmo das adversidades, que ha em Nazaré, onde as ondas sobem parecendo montanhas de água, e de lá é possível sentir medo da natureza.

Do Baixo Aleixo nós vemos o mar que contorna a Europa, lá por instinto ou por descuido muito amores se apagaram como espumas flutuando no vento.

Lá agora não há mais as aventuras dos invasores do mar do norte, lá agora tudo está calmo, e no mar repousa a lembrança das lágrimas diluídas nas ondas e compondo todo aquele sal.

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