Longa Estrada

Quando caminhava por entre os cactos deixei um espinho ferir meu coração, não era o medo do sertão que me deixava tenso! Era o meu sangue que gotejava por todo caminho que percorri.

Então parei e no caminho de uma longa estrada tentei estancar com gaze e merthiolate aquele ferimento que me incomodava por todo caminho.

Percebi que a cicatrização não estava nos remédios que eu colocava, estava no vento que insconstamente soprava assanhando os meus cabelos.

Percebi que há coisas que o tempo traz, e também há coisas que o tempo apaga no percurso de nossas vidas.

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