Depois do Pôr do Sol

Desço a cidade antiga

As dezesseis horas da

Tarde. Quero ver se

Consigo capturar o

Pôr do sol, onde daqui

Do alto da casa da pólvora

No passado tinha iniciado

Um grande amor. Falo

Para ela de Phillippe Wolnney

O Poeta do grelo, ela não

Entende, em alguns

Momentos acha esquisito

Em outros acha belo,

Digo que precisamos nos

Libertar das correntes do

Passado, nossas felicidades

Depende disso, pois o

Passado é um prego

Rasgando nossos dedos,

Vejo ela, e ela também

Me ver, digo que não

Posso ser dela, pois ela

Já tem um outro amor,

Por hora fica calada,

Em outra me ignora

Como se não me

Conhecesse, e mando

Formas de carinho

Reduzindo o máximo

Possível do nome dela.

E aqui fico eu esperando

O dia de lhe dar um beijo

Para esquecer as cicatrizes

Que carrego do passado.

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s