Com a flor no cabelo

Ela caminhava entre

O campo e a cidade.

Ninguém esperava que

Por onde ela passava

Despertava como

Brilho o canto dos

Pássaros que voltariam

Novamente a cantar.

No passado ela tinha

As cores do arco íris

Talvez o tempo esse

Poderoso mistério

Sustenta toda beleza

Que ela trás no coração.

Então, arranquei do

Caminho um galho de

Árvore e usei como

Tinta o meu sangue

E de inspiração as

Batidas do vento

Que acordava todos

A minha volta

Para desenhar seu

Belo nome sobre o

Papel, com as iniciais

De um enigma onde

Só eu poderei

Compreender quando

A distância tentar

Arrancar de mim

O pouco de felicidade.

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