Quando a moça se deparou com o espelho, ela viu que corria por entre seus dedos nada imaginado antes. E não sabia porque pensava assim.

Na vida que ela escolheu tudo seguia normalmente, tudo era bem simples, pois as coisas eram moldados pelos os costumes da sociedade.

Agora volta a face para o outro lado da estrada e vê que entre o dia e a noite existe uma linha tênue e imaginária que ela deseja sentir.

Mas ela tem dúvidas do que quer, tem medo do que possa acontecer com esses sonhos realizados, então os censura na sua intimidade.

A noite vai embora e o dia começa novamente, as pessoas caminham para o trabalho ou seguem suas vidas monótonas, e a moça apenas olha o dia passar na sua frente.

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